Playbook ETICC | Ciclo Editorial de 4 Semanas — Agência Orquestra Digital
Agência Orquestra Digital
Playbook editorial • ciclo de 4 semanas

Conteúdo que reconhece a rotina e transforma dúvida em cuidado

Planejamento estratégico para a Terapias Integradas – ETICC. Este ciclo parte de situações reais do cotidiano, entrega orientações simples e responsáveis, apresenta o papel de diferentes especialidades sem diagnosticar pela internet e constrói confiança antes de qualquer convite para atendimento.

6 Reels 3 carrosséis 3 cards estáticos 12 peças Captação pela ETICC Edição Orquestra Digital
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Tese do ciclo: a pessoa raramente começa procurando o nome de uma terapia. Ela começa tentando entender uma situação que se repete: uma rotina que virou conflito, uma dificuldade de comunicação, uma voz que cansa, uma relação complicada com a alimentação, uma emoção difícil de manejar ou uma atividade que parece simples para os outros e pesada para ela. O conteúdo entra nesse momento com identificação, contexto, orientação prática e encaminhamento responsável.

01

Diagnóstico e direção

01
Direção editorial Menos catálogo de especialidades. Mais situações que a pessoa reconhece. A clínica aparece como consequência natural de um conteúdo útil, humano e tecnicamente responsável.
O que sustenta o ciclo
  • Dores e situações cotidianas como ponto de entrada.
  • Orientações simples que a pessoa consegue aplicar sem substituir avaliação profissional.
  • Profissionais em cena para gerar presença, familiaridade e confiança.
  • Integração entre especialidades mostrada pela lógica do cuidado, não por excesso de propaganda.
O que evitar
  • Diagnóstico por sintomas isolados ou frases do tipo “se faz isso, tem aquilo”.
  • Promessas de cura, prazo, resultado garantido ou transformação automática.
  • Medo, culpa, vergonha ou pressão sobre pais, pacientes e familiares.
  • Chamadas comerciais agressivas em temas de saúde física, emocional ou desenvolvimento.
Base de serviços considerada

Psicologia adulto e infantil, nutrição adulto e infantil, terapia ocupacional, fonoaudiologia adulto e infantil, psicopedagogia infantojuvenil, musicoterapia, arteterapia, psicomotricidade, avaliação neuropsicológica e terapia alimentar. O conteúdo distribui esses territórios sem transformar o perfil em uma sequência de apresentações de serviço.

02
Tom da marca Profissional, acolhedor e fácil de entender Falas naturais, exemplos reais de rotina e fechamento responsável em vez de discurso decorado.
Usar
  • “Talvez você reconheça isso na sua rotina...”
  • “Isso pode ter diferentes explicações.”
  • “Uma coisa simples que você pode observar é...”
  • “Se isso persiste ou interfere no dia a dia, vale procurar avaliação.”
  • Exemplos concretos, linguagem falada e orientação sem julgamento.
Evitar
  • “Você tem...” ou “Seu filho tem...” sem avaliação.
  • “Isso é normal” ou “isso não é normal” como conclusão isolada.
  • “Faça isso e o problema acaba”.
  • Antes/depois terapêutico usado como promessa.
  • CTA de urgência comercial quando o conteúdo pede acolhimento e orientação.
02

Regra obrigatória para todos os Reels

01
0 a 60 segundos Dor reconhecível → contexto → orientação simples → fechamento responsável O hook abre a tensão nos três primeiros segundos; o restante do vídeo precisa entregar uma resposta útil.
0–3sHook forteUma dor, cena ou frase que a pessoa reconhece imediatamente.
3–15sContextoExplicar por que aquela situação merece atenção sem transformar sinal em diagnóstico.
15–45sOrientaçãoEntregar uma observação, ajuste de rotina ou técnica simples e segura.
45–60sFechamentoIndicar avaliação profissional quando houver persistência, prejuízo ou dúvida.
Regra do hook

A pessoa precisa se reconhecer — não se sentir acusada, diagnosticada ou ameaçada.

Dor para identificação. Contexto para clareza. Orientação para valor. Avaliação para segurança.
02
Captação pela ETICC Gravar em blocos curtos e com cara de conversa A equipe grava o bruto; a Agência Orquestra Digital organiza ritmo, cortes, legendas e apoio visual.
Checklist de gravação
  • Celular na vertical e câmera na altura dos olhos.
  • Luz vindo de frente e ambiente silencioso.
  • Gravar duas versões do hook antes do restante.
  • Falar em blocos; não é necessário decorar o roteiro inteiro.
  • Pausar entre frases para facilitar cortes naturais.
  • Enviar 5 a 8 cenas de apoio do ambiente e do profissional em atividade.
Cuidado clínico e privacidade
  • Não mostrar paciente, criança, prontuário ou tela com dados identificáveis sem autorização adequada.
  • Não usar caso real identificável como exemplo de roteiro.
  • Não afirmar diagnóstico, cura ou resultado individual.
  • Quando a situação exigir avaliação, dizer isso de forma clara e tranquila.
03

Cronograma editorial • ciclo de 4 semanas

Escopo do ciclo

6 Reels + 3 carrosséis + 3 cards estáticos = 12 peças. A primeira semana sustenta o perfil com peças gráficas enquanto a captação dos vídeos acontece. A partir da segunda semana, os Reels entram de forma contínua, intercalados com carrosséis e cards.

SemanaFormatoFunçãoTemaÂngulo / HookCTAMétrica
Semana 1Card 01Educação + identificaçãoRotina e previsibilidade“Rotina previsível não é rigidez. É uma forma de reduzir surpresa.”Salvar / observar a rotinaCompartilhamentos + salvamentos
Semana 1Carrossel 01Autoridade + educaçãoAvaliação neuropsicológica“Avaliação não serve para colocar um rótulo. Serve para organizar perguntas.”Salvar / compartilharSalvamentos + visitas ao perfil
Semana 1Card 02PosicionamentoNutrição“Comer melhor não começa pela culpa.”CompartilharCompartilhamentos + respostas
Semana 2Reel 01Educação + autoridadeMusicoterapia“Se a criança se envolve muito mais quando existe música, isso pode ser uma pista importante sobre como ela participa.”Observar / buscar orientaçãoRetenção + salvamentos
Semana 2Reel 02EducaçãoFonoaudiologia adulta • voz“Sua voz chega ao fim do dia mais cansada do que você?”Observar hábitos / avaliar se persistirRetenção + compartilhamentos
Semana 2Carrossel 02Educação + diferenciaçãoArteterapia“Arteterapia não é aula de desenho — e você não precisa saber desenhar.”Salvar / enviar para alguémSalvamentos + compartilhamentos
Semana 3Reel 03Educação + identificaçãoTerapia ocupacional“Se vestir, escovar os dentes ou sair de casa virou uma batalha diária?”Mapear padrões / buscar avaliaçãoRetenção + salvamentos
Semana 3Reel 04Relacionamento + educaçãoPsicologia infantil • limites“Dizer ‘não’ e voltar atrás só para acabar com a crise pode estar deixando tudo mais difícil.”Testar a sequência propostaRetenção + compartilhamentos
Semana 3Card 03ConexãoDesenvolvimento e expressão“Nem tudo que uma criança sente consegue virar palavra.”Compartilhar / acolherCompartilhamentos + respostas
Semana 4Reel 05Educação + utilidadeNutrição adulta“Você passa o dia quase sem comer e chega à noite querendo comer tudo pela frente?”Observar rotina / procurar nutricionistaRetenção + salvamentos
Semana 4Reel 06Educação + autoridadePsicomotricidade“Quando a criança evita pular, subir ou pegar bola, chamar de ‘desajeitada’ não ajuda a entender.”Observar / avaliar se persistirRetenção + compartilhamentos
Semana 4Carrossel 03EducaçãoFonoaudiologia infantil • sons da fala“Antes de corrigir cada palavra, observe estes 5 pontos.”Salvar / buscar avaliação se necessárioSalvamentos + compartilhamentos
04

Roteiros completos dos Reels

01
Semana 2 • Musicoterapia • 45–60s Quando a música vira uma ponte de participação Profissional indicado: musicoterapeuta. Conteúdo educativo sem prometer efeito terapêutico específico.
Hook verbal • 0–3s

“Se a criança se envolve muito mais quando existe música, presta atenção nisso.”

Mecanismo: identificação + curiosidade
Hook visual

Começar com o profissional segurando um instrumento simples. Texto na tela: ELA PARTICIPA MAIS COM MÚSICA?

Fala completa

“Tem criança que fala pouco sobre o que sente, mas se engaja quando aparece um ritmo, uma canção ou um instrumento. Isso, sozinho, não significa que ela precise de musicoterapia. Mas pode mostrar uma forma de participação que merece ser observada. Na musicoterapia, a música não entra só para distrair. Ela é usada de maneira planejada pelo profissional dentro de objetivos terapêuticos definidos para aquela pessoa. Em casa, uma coisa simples que a família pode fazer é observar: em quais músicas ela se aproxima, espera a vez, imita um som, cria uma resposta ou consegue permanecer mais tempo na atividade? Essas observações ajudam a entender como ela se relaciona e participa. Se existem dificuldades persistentes de comunicação, interação, regulação ou participação na rotina, uma avaliação profissional pode ajudar a organizar melhor essas necessidades.”

Fechamento / CTA

“Não é sobre colocar música e esperar um resultado. É sobre entender como esse recurso pode fazer sentido dentro de um cuidado profissional.”

Cenas e edição
  • Instrumento em primeiro plano nos 2 primeiros segundos.
  • Cortes mostrando mãos, instrumento e profissional preparando a sessão.
  • Letterings: “música como recurso clínico” / “observar participação” / “avaliação individual”.
Legenda curta

Música pode ser lazer, vínculo e expressão. Na musicoterapia, ela também pode ser usada como recurso clínico dentro de objetivos individualizados. Se houver dificuldades persistentes na rotina, vale conversar com um profissional e entender o que precisa ser avaliado.

02
Semana 2 • Fonoaudiologia adulta • 45–60s Sua voz chega cansada ao fim do dia? Profissional indicado: fonoaudióloga(o). Foco em hábitos vocais e avaliação quando o incômodo persiste.
Hook verbal • 0–3s

“Sua voz chega ao fim do dia mais cansada do que você?”

Mecanismo: sintoma cotidiano + identificação
Hook visual

Profissional em close, levando a mão suavemente à região do pescoço. Texto: VOZ CANSADA TODO DIA?

Fala completa

“Professor, vendedor, profissional de atendimento, terapeuta… quem usa muito a voz pode começar a achar normal terminar o dia rouco, com esforço para falar ou sentindo que precisa empurrar a voz para ela sair. Só que essa sensação merece atenção, principalmente quando se repete. Algumas atitudes simples ajudam a cuidar melhor da voz no dia a dia: beber água ao longo do dia, aproveitar pausas reais de fala quando possível e evitar competir com ambientes muito barulhentos, aumentando cada vez mais o volume. Também vale observar em que momentos o desconforto aparece e o que piora. Se rouquidão, dor, falhas ou esforço vocal são persistentes ou recorrentes, o caminho não é tentar compensar sozinho. Uma avaliação fonoaudiológica, e quando necessário médica, ajuda a entender a causa e orientar o cuidado adequado.”

Fechamento / CTA

“Voz cansada não precisa virar parte obrigatória da sua rotina. Se isso se repete, procure avaliação.”

Cenas e edição
  • Começar em close, sem apresentação.
  • B-roll com copo de água, pausa de fala e ambiente de trabalho.
  • Letterings: “hidratação” / “pausas” / “não competir com ruído” / “persistiu? avalie”.
Legenda curta

Falar muito não deveria significar terminar o dia sempre com esforço. Observe os padrões, cuide dos hábitos vocais e, se o incômodo persiste ou volta com frequência, procure avaliação profissional.

03
Semana 3 • Terapia ocupacional • 45–60s Quando uma tarefa simples vira uma batalha diária Profissional indicado: terapeuta ocupacional. Foco em participação na rotina e observação de padrões.
Hook verbal • 0–3s

“Se vestir, escovar os dentes ou sair de casa virou uma batalha todo dia?”

Mecanismo: dor concreta + rotina
Hook visual

Sequência rápida com escova de dentes, camiseta e mochila sobre uma mesa. Texto: POR QUE TUDO VIRA CONFLITO?

Fala completa

“Quando uma tarefa simples vira conflito todos os dias, a primeira reação costuma ser pensar em teimosia ou falta de limite. Só que a rotina pode exigir várias coisas ao mesmo tempo: lidar com textura, barulho, sequência de passos, pressa, mudança de atividade e coordenação do corpo. Isso não fecha nenhum diagnóstico, mas muda a pergunta. Em vez de olhar só para ‘ela não quer’, tente mapear três momentos: o que acontece antes, em qual parte a dificuldade aumenta e o que ajuda a criança a se reorganizar. Também pode ajudar antecipar a transição, reduzir instruções longas e oferecer duas opções possíveis, como ‘você quer vestir a camiseta azul ou a branca?’. Se essas dificuldades são frequentes e limitam a participação da criança na rotina, uma avaliação profissional pode ajudar a entender melhor o que está pesando.”

Fechamento / CTA

“A meta não é vencer a batalha da rotina. É descobrir por que aquela tarefa está tão difícil.”

Cenas e edição
  • Mostrar objetos da rotina, sem criança em cena.
  • Texto em três blocos: “ANTES” → “ONDE TRAVA” → “O QUE AJUDA”.
  • Plano final do profissional olhando para câmera.
Legenda curta

Quando a mesma tarefa vira conflito todos os dias, observar o padrão costuma ensinar mais do que aumentar a cobrança. Se isso limita a rotina, vale buscar avaliação e orientação profissional.

04
Semana 3 • Psicologia infantil • 45–60s Acolher a emoção sem abandonar o limite Profissional indicado: psicóloga(o). Orientação parental simples, sem prometer eliminar crises.
Hook verbal • 0–3s

“Dizer ‘não’ e voltar atrás só para a crise acabar pode deixar o próximo ‘não’ ainda mais difícil.”

Mecanismo: padrão familiar + consequência compreensível
Hook visual

Profissional segura dois cartões: “ACOLHER” e “MANTER O LIMITE”. Texto: DÁ PARA FAZER OS DOIS.

Fala completa

“Quando a criança se frustra, muitos adultos ficam presos entre dois extremos: endurecer demais ou ceder para encerrar a crise. Só que acolher a emoção não significa liberar tudo. Uma sequência simples pode ajudar: primeiro nomeie o que aconteceu — ‘eu sei que você ficou bravo porque queria continuar’. Depois mantenha o limite com poucas palavras — ‘hoje não vamos fazer isso’. E, se couber, ofereça duas alternativas possíveis — ‘você quer guardar comigo ou quer mais um minuto para se despedir?’. A criança pode continuar chateada, e isso não significa que a estratégia falhou. O objetivo não é apagar toda frustração, e sim oferecer previsibilidade e apoio para ela atravessar aquele momento. Se as crises são muito intensas, frequentes ou comprometem a rotina da família, vale buscar orientação profissional.”

Fechamento / CTA

“Acolher o sentimento e manter o limite podem acontecer na mesma frase.”

Cenas e edição
  • Usar cards na mão: “nomeie” / “limite” / “duas opções”.
  • Inserir exemplo de frase na tela.
  • Sem encenação de crise infantil.
Legenda curta

Acolher não é dizer sim para tudo. Limite também pode ser comunicado com calma, previsibilidade e poucas palavras. Se as crises têm impacto importante na rotina, procure orientação profissional.

05
Semana 4 • Nutrição adulta • 45–60s Quando você passa o dia quase sem comer e chega à noite com muita fome Profissional indicado: nutricionista. Foco em rotina alimentar, sem prescrição ou discurso de culpa.
Hook verbal • 0–3s

“Você passa o dia quase sem comer e chega à noite querendo comer tudo pela frente?”

Mecanismo: quebra de crença + rotina
Hook visual

Mostrar relógio ou sequência visual “manhã → tarde → noite”. Texto: PASSOU O DIA QUASE SEM COMER?

Fala completa

“Muita gente olha só para o que comeu à noite e pensa: ‘faltou controle’. Mas vale voltar algumas horas. Você pulou uma refeição? Passou a tarde só no café? Ficou tão ocupado que percebeu a fome só quando já estava muito intensa? Isso não explica todos os casos, mas mostra por que culpa ajuda pouco. Uma prática simples é observar por alguns dias os horários em que você realmente consegue comer e quais momentos da rotina fazem você adiar demais as refeições. A partir daí, pense em opções possíveis para a sua realidade, sem tentar copiar um cardápio pronto da internet. Se existe desconforto, restrição importante, mudança de peso, relação difícil com a comida ou uma rotina que você não consegue organizar sozinho, o nutricionista pode avaliar o contexto completo e construir uma orientação individualizada.”

Fechamento / CTA

“Antes de se culpar pelo fim do dia, observe como o seu dia inteiro está alimentando essa fome.”

Cenas e edição
  • Relógio, agenda, café e refeição como B-roll.
  • Letterings: “pulei?” / “adiei?” / “percebi tarde?” / “culpa não organiza rotina”.
  • Evitar imagens de balança, corpo ou comparação estética.
Legenda curta

Nem toda fome intensa no fim do dia começa no jantar. Observar a rotina inteira pode ajudar a entender padrões sem transformar alimentação em culpa. Para orientação individualizada, procure um nutricionista.

06
Semana 4 • Psicomotricidade • 45–60s Antes de chamar de desajeito, observe como a criança usa o corpo Profissional indicado: psicomotricista. Foco em confiança, coordenação e participação em brincadeiras.
Hook verbal • 0–3s

“Quando a criança evita pular, subir ou pegar bola, chamar de ‘desajeitada’ não ajuda a entender.”

Mecanismo: rótulo comum + nova pergunta
Hook visual

Bola, bambolê ou fita no chão. Texto grande: ELA EVITA OU ESTÁ DIFÍCIL?

Fala completa

“Algumas crianças evitam brincadeiras de correr, pular, subir, equilibrar ou pegar bola. Às vezes isso é preferência. Em outras situações, pode existir insegurança, dificuldade de planejar o movimento ou pouca confiança no próprio corpo. Uma coisa simples que você pode fazer é reduzir a comparação e observar a progressão. Comece por uma versão mais fácil da brincadeira, deixe a criança repetir, comemore tentativa e participação — não só acerto — e veja se ela ganha segurança com o tempo. Evite forçar ou transformar cada brincadeira em teste. Se a dificuldade persiste, aparece em várias atividades ou começa a limitar a participação da criança na escola, no lazer ou na rotina, uma avaliação profissional pode ajudar a entender melhor quais habilidades precisam de suporte.”

Fechamento / CTA

“O objetivo não é fazer a criança performar melhor para os outros. É ajudá-la a participar com mais segurança.”

Cenas e edição
  • Profissional demonstra progressão simples com objeto, sem paciente.
  • Letterings: “facilite” / “repita” / “valorize a tentativa” / “observe a participação”.
  • Fechar em plano médio, olhando para a câmera.
Legenda curta

Rótulos explicam pouco. Observar como a criança se movimenta, participa e ganha confiança ao longo das tentativas traz informações muito mais úteis. Se a dificuldade persiste e limita a rotina, procure avaliação profissional.

05

Carrosséis para aprovação

01
Semana 1 • Avaliação neuropsicológica Avaliação não é rótulo: é organização de perguntas Carrossel de autoridade para explicar função, limites e utilidade de uma avaliação.
Card 1 • Capa

AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA NÃO SERVE PARA “DAR UM RÓTULO”.
Ela ajuda a organizar perguntas.

Card 2

“Por que essa dificuldade aparece?”
A avaliação pode ajudar a compreender padrões de atenção, memória, linguagem, raciocínio e outras funções dentro do contexto da pessoa.

Card 3

“É uma dificuldade isolada ou faz parte de um conjunto?”
O objetivo é integrar informações, não tirar conclusão de um único teste ou comportamento.

Card 4

“Quais são também os pontos de recurso?”
Avaliar não é procurar apenas o que está difícil. É entender o perfil de funcionamento de forma mais ampla.

Card 5

“O que muda depois?”
Os resultados podem ajudar a orientar próximos passos, adaptações, encaminhamentos e estratégias quando indicados.

Card 6

Nem toda dúvida exige avaliação neuropsicológica.
A indicação depende da queixa, da história e do que precisa ser investigado.

Card 7 • Fechamento

Antes de buscar um rótulo, busque uma pergunta bem formulada.

Quando houver dúvida persistente, converse com um profissional para entender qual avaliação faz sentido.

Legenda

Avaliação neuropsicológica não é um teste único nem uma caça a diagnósticos. Ela pode ajudar a organizar informações, compreender um perfil de funcionamento e orientar próximos passos quando existe indicação. Salve para consultar quando surgir essa dúvida.

02
Semana 2 • Arteterapia Você não precisa saber desenhar para fazer arteterapia Conteúdo de educação que desfaz uma objeção comum e explica o recurso sem prometer resultado.
Card 1 • Capa

ARTETERAPIA NÃO É AULA DE DESENHO.
E você não precisa “ser bom em arte”.

Card 2

O foco não é produzir algo bonito.
O recurso artístico pode fazer parte de um processo de expressão, elaboração e cuidado conduzido por profissional habilitado.

Card 3

Desenho é só uma possibilidade.
Materiais, formas, cores, colagem e outras linguagens podem ser usados conforme o contexto e os objetivos do processo.

Card 4

Nem tudo começa pela fala.
Para algumas pessoas, criar pode oferecer outro caminho para entrar em contato com experiências difíceis de colocar em palavras.

Card 5

Não existe interpretação automática.
Um desenho isolado não deve ser usado para “descobrir” um diagnóstico ou significado escondido.

Card 6

É um processo individual.
O sentido do recurso depende da pessoa, do vínculo terapêutico, da história e dos objetivos definidos no acompanhamento.

Card 7 • Fechamento

Arte pode ser linguagem sem virar teste.

Se quiser entender se esse tipo de acompanhamento faz sentido, procure orientação profissional.

Legenda

Na arteterapia, o objetivo não é avaliar talento artístico. O recurso expressivo faz parte de um processo terapêutico conduzido de acordo com a necessidade de cada pessoa. E um desenho, sozinho, não fecha diagnóstico nem revela automaticamente o que alguém sente.

03
Semana 4 • Fonoaudiologia infantil Antes de corrigir cada palavra, observe estes 5 pontos Carrossel de utilidade sobre sons da fala e inteligibilidade, sem diagnóstico por idade isolada.
Card 1 • Capa

A CRIANÇA TROCA OU OMITE SONS NA FALA?
Antes de corrigir cada palavra, observe estes 5 pontos.

Card 2

1. Quem entende melhor?
A família entende quase tudo, mas pessoas de fora têm muita dificuldade? Isso é uma informação importante.

Card 3

2. A dificuldade aparece sempre nos mesmos sons?
Observar padrões ajuda mais do que corrigir palavras soltas o tempo inteiro.

Card 4

3. A criança evita palavras ou fica frustrada ao repetir?
A experiência emocional da comunicação também merece atenção.

Card 5

4. Corrigir está ajudando ou aumentando a pressão?
Modelar a palavra de forma natural costuma ser diferente de exigir repetição a cada erro.

Card 6

5. Isso interfere na comunicação cotidiana?
Quando a dificuldade é persistente ou prejudica a compreensão, vale procurar avaliação fonoaudiológica.

Card 7 • Fechamento

O objetivo não é fiscalizar cada palavra.
É entender como a fala está funcionando na comunicação real.

Persistiu ou trouxe impacto? Procure avaliação.

Legenda

Trocas de sons podem ter diferentes explicações e precisam ser entendidas no contexto da fala da criança. Em vez de transformar toda conversa em correção, observe os padrões e procure avaliação fonoaudiológica quando a dificuldade for persistente ou interferir na comunicação.

06

Cards estáticos

01
Semana 1 • RotinaRotina previsível não é rigidez.Mensagem simples sobre antecipação e segurança na organização do dia.
Texto da arte

Rotina previsível não é rigidez.
É uma forma de reduzir surpresa.

Legenda

Nem todo dia precisa acontecer igual. Mas avisar o que vem depois, manter algumas referências e preparar mudanças pode ajudar crianças e adultos a se organizarem melhor. Uma estratégia simples é antecipar transições com frases curtas: “mais cinco minutos e vamos guardar”, “depois do banho vem o jantar”. Se mudanças de rotina geram sofrimento intenso ou dificultam muito a participação no dia a dia, vale buscar orientação profissional para entender o contexto.

02
Semana 1 • NutriçãoComer melhor não começa pela culpa.Posicionamento acolhedor e educativo sobre relação com alimentação.
Texto da arte

Comer melhor não começa pela culpa.

Legenda

Culpa pode até gerar uma tentativa de controle por alguns dias, mas não explica rotina, preferências, acesso, fome, saciedade, sintomas ou contexto emocional. Antes de transformar alimentação em julgamento, observe o que está acontecendo ao longo do dia. Quando a relação com a comida está difícil ou existe uma necessidade específica de saúde, orientação nutricional individualizada é o caminho mais seguro.

03
Semana 3 • Expressão infantilNem tudo que uma criança sente consegue virar palavra.Mensagem para lembrar adultos de observar comportamento, brincadeira e contexto antes de cobrar explicação imediata.
Texto da arte

Nem tudo que uma criança sente consegue virar palavra.

Legenda

Às vezes a pergunta “o que aconteceu?” recebe silêncio, mudança de assunto ou um “não sei”. Em vez de pressionar por uma resposta imediata, pode ajudar oferecer presença, nomear possibilidades com cuidado e observar como a criança se expressa na brincadeira, no corpo e na rotina. Se mudanças emocionais ou comportamentais persistem e trazem prejuízo, procure orientação profissional.

07

Banco extra de hooks

01
Captação adicionalHooks para gravar enquanto os profissionais já estiverem em cenaNão são novas entregas do ciclo. Servem como banco de testes, cortes e próximos conteúdos.
Musicoterapia e expressão
  • “Gostar de música e fazer musicoterapia são coisas diferentes.”
  • “A música pode mostrar caminhos de participação que a fala nem sempre mostra.”
  • “Na terapia, o instrumento não entra por acaso: ele precisa ter função.”
Terapia ocupacional e rotina
  • “Quando toda transição termina em conflito, observe o que acontece antes da crise.”
  • “Uma tarefa pode parecer simples para você e exigir cinco etapas difíceis para a criança.”
  • “Independência não começa fazendo tudo sozinho. Começa participando do que é possível.”
Fonoaudiologia
  • “Falar mais alto não é sempre a solução para uma voz que falha.”
  • “Corrigir cada palavra pode transformar conversa em prova.”
  • “Entender a fala é diferente de entender tudo o que a criança quer comunicar.”
Psicologia, nutrição e corpo
  • “A criança pode continuar frustrada mesmo quando você colocou o limite do jeito certo.”
  • “O problema do jantar pode ter começado na manhã corrida.”
  • “Antes de chamar de desajeito, observe se a criança evita porque ainda não se sente segura.”
08

Produção, aprovação e mensuração

01
Fluxo do cicloA ETICC grava. A Orquestra transforma em conteúdo.O ciclo combina captação, publicação e análise sem depender de datas fixas.
Semana 1Captação + peças gráficasCards e carrossel entram enquanto os seis Reels são gravados.
Semana 2Entrada dos vídeosPrimeiros Reels editados, acompanhados por carrossel de educação.
Semanas 3 e 4ContinuidadeAlternar vídeo, card e carrossel para equilibrar presença, profundidade e salvamento.
Toda semanaAnáliseRetenção, salvamentos, compartilhamentos, visitas ao perfil e conversas geradas.
Métricas principais
  • Reels: retenção nos primeiros segundos, tempo médio, conclusão, compartilhamentos e contatos.
  • Carrosséis: salvamentos, compartilhamentos e visitas ao perfil.
  • Cards: compartilhamentos, comentários/respostas e visitas ao perfil.
  • Conversão: conversas de atendimento, pedidos de informação, avaliações e agendamentos confirmados.
Validações da ETICC
  • Definir qual profissional grava cada Reel.
  • Confirmar disponibilidade atual das especialidades citadas.
  • Revisar termos técnicos e orientações clínicas antes da publicação.
  • Garantir autorização adequada para qualquer imagem de paciente ou material clínico.
Critério de decisão

Alcance isolado não decide o próximo ciclo. O aprendizado vem da combinação entre retenção, salvamentos, compartilhamentos, visitas ao perfil, respostas e conversas reais de atendimento. Os temas que gerarem identificação e procura qualificada devem orientar novas variações de conteúdo.